Com o objetivo de orientar e regulamentar toda
e qualquer modalidade que possua perspectivas de real crescimento
a nível nacional, a CBFM (Confederação Brasileira
de Futebol de Mesa) criou a Coordenadoria Nacional de Regras Experimentais,
ligada diretamente à Presidência da entidade. Confira
os requisitos para que uma modalidade possa vir a ser reconhecida
oficialmente pela CBFM
a) - Para efeito de fato e de direito, a CBFM entende que o esporte
"Futebol de Mesa" engloba não somente as atuais três
(3) modalidades de penetração nacionais oficialmente
reconhecidas (Bola 3 Toques, Bola 12 Toques e Disco 1 Toque), mas
também todas as demais modalidades locais, também conhecidas
por "Regras Regionais", principalmente as com reconhecido
potencial de crescimento.
b) - Portanto, para evitar-se a banalização
e o uso inadequado da expressão "Futebol de Mesa",
que é um esporte devidamente reconhecido e constituído,
através de sua própria Confederação
Nacional e diversas Federações Estaduais a esta filiadas,
nenhuma regra ou modalidade tem autorização de realizar
"Campeonatos Brasileiros de Futebol de Mesa (ou Botão)"
sem o conhecimento e aval da CBFM.
§ 1º - A CBFM não pretende, com
isso, impedir o crescimento ou surgimento de novas regras ou modalidades
mas, pelo contrário, auxiliar qualquer modalidade em expansão,
o fazendo sob sua supervisão e coordenação.
c) - Para uma nova regra ou modalidade requerer
o seu reconhecimento como "Oficial", deve o fazer encaminhando
um ofício à "Coordenação de Regras
Experimentais da CBFM", ofício este assinado conjuntamente
por cinco (5) Federações estaduais à esta filiadas,
quando será homologada primeiramente como "Modalidade
Experimental".
§ 1º - Ao ser homologada como "Modalidade
Experimental", nos cinco (5) anos subseqüentes a regra
deverá obrigatoriamente realizar cinco (5) "Campeonatos
Brasileiros" consecutivos, em cinco (5) estados diferentes,
com a participação oficial (respaldados e autorizados
por suas respectivas Federações) de 32 atletas (mínimo)
de cinco (5) estados (Mínimo).
§ 2º - No mesmo período, dentro
dos estados, com o conhecimento e aval de suas Federações,
deverá realizar igualmente "Campeonatos Estaduais"
consecutivos em todos, com a participação mínima
de 16 botonistas.
§ 3º - Atingidas plenamente as metas,
ao final dos cinco (5) anos a modalidade ganha o status de "Oficial".
Contudo, não as atingindo, não só não
ganhará o de "Oficial", como perderá o de
"Experimental" e o direito à realizar novos "Campeonatos
Brasileiros".
§ 4º - Nova tentativa de homologação
somente poderá ser feita após dois (2) anos depois
de recusada (ou perdida) a primeira.
d) - A homologação final, concedida
pela "Coordenação de Regras Experimentais da
CBFM", só terá validade após ser ratificada
pelas três (3) modalidades "Fundadoras" da CBFM
(Bola 3 Toques, Bola 12 Toques e Disco 1 Toque), em Assembléias-Gerais
realizadas por ocasião de seus respectivos "Campeonatos
Brasileiros", valendo maioria simples para aprovação.
§ 1º - Contudo, tendo suas metas sido
totalmente cumpridas e a sua transformação em "Modalidade
Oficial" sendo negada pelas três (3) modalidades "Fundadoras",
após já ter sido concedida pela "Coordenação
de Regras Experimentais da CBFM", a "Modalidade Experimental"
terá o direito de recorrer ao STJD contra esta decisão,
obedecendo aos trâmites da Justiça Desportiva, conforme
dispõe o Art. 10º deste Estatuto.
e) - Perderá automaticamente a condição
de "Modalidade Oficial" a regra que, após a obtenção
desta condição, deixar de realizar "Campeonato
Brasileiro" e/ou "Campeonatos Estaduais" em todas
as Federações onde seja oficialmente praticada.
Para ocupar esta Coordenadoria, Marcelo Coutinho,
da FEFUMERJ (RJ), foi escolhido pela Assembléia Geral da
CBFM realizada em Natal (RN), em 09/10/05.
Os contatos podem ser feitos através do e-mail (cbfmdisco@cbfmdisco.com.br
- Marcelo Coutinho) ou através do formulário
de "Fale Conosco",
em nosso site.
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